O método

Dois frameworks em sequência: primeiro o DIAGNÓSTICO do comportamento da falha no tempo, depois a PRESCRIÇÃO da tarefa. É assim que cada modo de falha do acervo é tratado — e é assim que o seletor abaixo decide.

Seletor de estratégia

Qual a melhor estratégia de manutenção para o meu ativo, dado o modo de falha que eu não quero que ocorra? Responda as 4 perguntas — o diagrama de decisão do RCM devolve a estratégia e o plano-base. Tudo roda no seu navegador: nenhum dado sai desta página.

1 · Como a falha se comporta no tempo? (Framework A)
2 · A falha é evidente para a operação?

Em condições normais, alguém percebe que a falha ocorreu (alarme, perda visível de função)? Proteções e redundâncias costumam ser ocultas.

3 · Existe sintoma mensurável antes da falha (intervalo P-F)?

Vibração, temperatura, espessura, ruído, tendência de processo — algo que dê tempo de agir entre o sinal (P) e a falha funcional (F).

4 · Qual a pior consequência plausível?

Responda as 4 perguntas para ver a recomendação.

Lógica: Moubray, RCM II (1997), cap. 10 · SAE JA1011 §5.7 · Nowlan & Heap (1978). A decisão editorial da nota de cada modo de falha prevalece sobre esta leitura genérica.